Pequenas doses de felicidade…

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Assim, fixamos os olhos não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno! (2 Coríntios 4:18)

Andar de mãos dadas no fim de uma tarde de verão, ver o pôr do sol de um lugar alto, sentir o cheirinho da comida sendo preparada, um abraço apertado de um amigo que não vemos há muito tempo, planejar o feriado prolongado, ganhar um presente que a gente não esperava, deitar na cama depois de um dia cansativo, escutar uma música que traga lembranças boas ou ler um novo livro que entre na nossa lista de favoritos, o nascimento de novos membros da família, tardes de inverno vendo filme e comendo pipoca, ver no rosto de alguém uma risada espontânea por algo que falamos, encontros de família, aqueles dias em que a gente pode dormir até mais tarde e ficar o dia inteiro de pijama, o sabor de um sorvete provado pela primeira vez, conversas que vão até de madrugada…

Se existe uma forma de explicar a intensidade e o brilho desses pequenos momentos de paz e felicidade, eu explicaria usando a alegria de quando eu era criança e via um beija flor (eles ainda existem?). Querendo captura-lo pra  que pudesse ver sua beleza sem que ele fosse embora tão rápido, a intensidade de presenciar uma beleza tão simples e ao mesmo tempo tão exótica passando como um borrão diante dos meus olhos. A histeria de um momento que fazia o tempo passar num relance. 

Há uma beleza e um brilho inexplicável na simplicidade dos pequenos momentos de alegria vividos e compartilhados em nossas vidas. Se há algo que a gente possa fazer, é isso: Vivê-los com toda intensidade, cultivar sua simplicidade e entender sua importância, sua leveza e sua brevidade. 

ATÉ A PRÓXIMA SEMANA!