Prefeitura de Valinhos cria comissão especial para acabar com dívida de curto prazo.

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Diante da grave situação financeira, o prefeito de Valinhos, Orestes Previtale, instituiu e compôs na sexta-feira (10) uma Comissão de Apuração e Gestão de Contratos para estudar e apresentar propostas para equacionamento da dívida de curto prazo.

Na semana passada, o Portal Valinhense foi convidado para participar de uma coletiva de impressa, onde o Prefeito Orestes juto à sua comissão apresentou um panorama preocupante da situação econômica da Cidade. Foram apresentados slides que mostravam o Raio-x que a nova administração fez.  Uma das imagens, mostrava que dos R$ 361.344.000 do orçamento da Prefeitura para este ano, R$ 179.000.000 estão previstos como déficit, somando-se os restos a pagar e as despesas correntes não previstas para o período de 2017.

O Decreto Nº 9.435 que trata sobre a instituição e composição da comissão foi publicado na edição de 10 de fevereiro da Imprensa Oficial. Segundo o Artigo 1º, a comissão será responsável por analisar a viabilidade de continuidade de execução dos contratos administrativos celebrados pela municipalidade, visando garantir a continuidade da prestação de serviços pela Prefeitura.

A comissão é composta pelo chefe do Gabinete, Carlos Roberto Tosto; secretário de Assuntos Jurídicos e Institucionais, José Luiz Garavello Junior; secretário de Licitações, Compras e Suprimentos, Vladimir Piaia Junior; secretário de Assuntos Internos, Willian Evaristo de Oliveira; secretário de Defesa do Cidadão, Roque José Stringhini; e presidente do Departamento de Águas e Esgotos de Valinhos (DAEV), Pedro Inácio Medeiros.

Na semana passada, o Portal Valinhense foi convidado para participar de uma coletiva de impressa, onde o Prefeito Orestes juto à sua comissão apresentou um panorama preocupante da situação econômica da Cidade. Foram apresentados slides que mostravam o Raio-x que a nova administração fez.  Uma das imagens, mostrava que dos R$ 361.344.000 do orçamento da Prefeitura para este ano, R$ 179.000.000 estão previstos como déficit, somando-se os restos a pagar e as despesas correntes não previstas para o período de 2017.